Desventuras in Wonderland
Três marmanjos recém chegados a Amsterdã. Morávamos em paris na época e resolvemos passar uns dias nos divertindo in the real wonderland.
As três Alices atravessam o espelho (vindas de trem) e quando chegamos do outro lado, nada parece diferente, a não ser pelas placas de nomes ilegíveis de ruas das quais precisávamos tirar fotos pra nos lembrar dos caminhos porque mesmo com os nomes anotados era impossível identificar o que era o que, quem era quem, o que era quem e onde diabos era a porra da nossa casa alugada. Então fomos ao famoso Red Light District, a região do centro da cidade onde se encontram as casas noturnas (puteiros), os coffee shops (butecos pra fumar maconha, haxixe e afins) e os corredores com profissionais do nobre oficio.
Até aí tudo estava combinado, meus dois amigos iriam procurar mocinhas pra divertirem-se e eu iria ficar fazendo alguma coisa enquanto isso, porque não estava muito afim de pagar pra fazer aquilo com uma mulher que não estava com vontade de brincar comigo.
Assim que chegamos, devidamente regados ao cheiro de erva do melhor lugar do planeta, nos deparamos com prostitutas lindíssimas que me chocaram e me fizeram pensar duas vezes antes de dizer não. Eles foram, e eu fiquei fumando um pouco mais em uma mesa de um inferninho, pensando se minha decisão deveria ser alterada, porque elas eram realmente espetaculares. 15 minutos depois (que para mim passaram muito rápido porque eu estava viajando conotativamente e denotativamente) os dois saem, quase que ao mesmo tempo, com caras de relaxados e tensos ao mesmo tempo.
- Que aconteceu, caras?
- Aconteceu que isso aqui não é o Brasil. “Pay first. Fifty Euro. No touching boobs, no doing this, no doing this, and this. If you want to do this, you pay more twenty Euro. 15 minutes, starting.. now”. Deitou na porra da cama e esperou que eu simplesmente comesse ela igual a uma porra de boneca inflável (lindíssima e maravilhosa e gostosa).
- E você, que que fez?
- Ah! Eu comi né, porra. Já tinha pagado a vaca, tinha que comer.
- E com você, foi a mesma coisa? – perguntei virando-me pro outro
- Mesmíssima. Fiquei me segurando até o ultimo minuto pra aproveitar o tempo todo... Vagabunda. Ainda ficou pentelhando dizendo “hum why you taking so long? You smoked didn’t you?” naquele inglês semi-intelígivel nederlândico delas. Mas que era gata, ah isso era… demais.
Caralho de sangue frio da porra. Eu, tivesse passado por isso, não conseguia ficar de pau duro nem que minha maior musa inspiradora aparecesse e caísse de boca no meu pau. Alias, provavelmente se ela me visse nesse momento a ultima coisa que eu iria ter é uma ereção. Mas de qualquer forma, dei graças ao bom e velho senhor por não ter mudado de idéia, ou melhor, por ter fumado muito e consequentemente demorado demais pra mudar de idéia...
Fomos afogar nossas mágoas no Haxixe sensacional que o dono do apartamento tinha nos vendido, e passamos o dia viajando e conversando, chapando no estado de semi-letargia até que a noite chegava... mas isso já é outra estória.
As três Alices atravessam o espelho (vindas de trem) e quando chegamos do outro lado, nada parece diferente, a não ser pelas placas de nomes ilegíveis de ruas das quais precisávamos tirar fotos pra nos lembrar dos caminhos porque mesmo com os nomes anotados era impossível identificar o que era o que, quem era quem, o que era quem e onde diabos era a porra da nossa casa alugada. Então fomos ao famoso Red Light District, a região do centro da cidade onde se encontram as casas noturnas (puteiros), os coffee shops (butecos pra fumar maconha, haxixe e afins) e os corredores com profissionais do nobre oficio.
Até aí tudo estava combinado, meus dois amigos iriam procurar mocinhas pra divertirem-se e eu iria ficar fazendo alguma coisa enquanto isso, porque não estava muito afim de pagar pra fazer aquilo com uma mulher que não estava com vontade de brincar comigo.
Assim que chegamos, devidamente regados ao cheiro de erva do melhor lugar do planeta, nos deparamos com prostitutas lindíssimas que me chocaram e me fizeram pensar duas vezes antes de dizer não. Eles foram, e eu fiquei fumando um pouco mais em uma mesa de um inferninho, pensando se minha decisão deveria ser alterada, porque elas eram realmente espetaculares. 15 minutos depois (que para mim passaram muito rápido porque eu estava viajando conotativamente e denotativamente) os dois saem, quase que ao mesmo tempo, com caras de relaxados e tensos ao mesmo tempo.
- Que aconteceu, caras?
- Aconteceu que isso aqui não é o Brasil. “Pay first. Fifty Euro. No touching boobs, no doing this, no doing this, and this. If you want to do this, you pay more twenty Euro. 15 minutes, starting.. now”. Deitou na porra da cama e esperou que eu simplesmente comesse ela igual a uma porra de boneca inflável (lindíssima e maravilhosa e gostosa).
- E você, que que fez?
- Ah! Eu comi né, porra. Já tinha pagado a vaca, tinha que comer.
- E com você, foi a mesma coisa? – perguntei virando-me pro outro
- Mesmíssima. Fiquei me segurando até o ultimo minuto pra aproveitar o tempo todo... Vagabunda. Ainda ficou pentelhando dizendo “hum why you taking so long? You smoked didn’t you?” naquele inglês semi-intelígivel nederlândico delas. Mas que era gata, ah isso era… demais.
Caralho de sangue frio da porra. Eu, tivesse passado por isso, não conseguia ficar de pau duro nem que minha maior musa inspiradora aparecesse e caísse de boca no meu pau. Alias, provavelmente se ela me visse nesse momento a ultima coisa que eu iria ter é uma ereção. Mas de qualquer forma, dei graças ao bom e velho senhor por não ter mudado de idéia, ou melhor, por ter fumado muito e consequentemente demorado demais pra mudar de idéia...
Fomos afogar nossas mágoas no Haxixe sensacional que o dono do apartamento tinha nos vendido, e passamos o dia viajando e conversando, chapando no estado de semi-letargia até que a noite chegava... mas isso já é outra estória.

6 Comments:
Eu leio, viu! eu leio ahuoaihsoaius
ESTORIA!
nossa faz tempo que eu não vejo ninguém escrever assim... porque agora história e estória podem ser usados do mesmo jeito..
mas isso indica que tudo que ele disse é mentira né, já que é _outra_ estória. Ou que apenas a que ele ia contar era fictícea. Mas, já que tudo que está no papel eh ficção, isso não deve ter mto problema neh?
hashaisu
beijinho!
as histórias estão cada vez mais legais, eu adoro ler o q vc escreve, sério, quando eu num gosto num gosto mesmo,como o "amor de perdição" , e ó q eu adoro romantismo heim,mas se sabe q o autor é um chatonildo né =D rsrs
to com uma dúvida, esse último texto é 100% ficção?
bjokas
ká
Esse post foi bem legal! Agora quero saber da outra estória, hahahaha
beijão
Oi Rodrigo, vi seu comentário lá no flog e adorei! Espero q continue dando uma passadinha por lá sempre q possível! E quer saber? Eu gosto do q vc escreve! Já escrevi muito tb, hoje eu trabalho demais e não me sobra tempo pra mais nada! Fico feliz por vc! Bjs... Lia
Oi Rodrigo, vi seu comentário lá no flog e adorei! Espero q continue dando uma passadinha por lá sempre q possível! E quer saber? Eu gosto do q vc escreve! Já escrevi muito tb, hoje eu trabalho demais e não me sobra tempo pra mais nada! Fico feliz por vc! Bjs... Lia
Fantástico RÔ, amo os seus textos!
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